quarta-feira, 30 de maio de 2012

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ALCOOLISMO - TRATAMENTOS


Não existe cura para o alcoolismo, como em qualquer outro caso de dependência química. O que existe é tratamento. Conheça todos os tipos existentes e quais são seus procedimentos e quais são os mais indicados para cada perfil de paciente. 
Na grande maioria dos casos, o próprio paciente não consegue perceber o quanto está envolvido com a bebida, tendendo a negar o uso ou mesmo a sua dependência pela mesma. 
Nestes casos, pode-se começar o tratamento ajudando o paciente a reconhecer seu problema e a necessidade de tratar-se e de tentar abster-se do álcool. 
A indicação de internação, pelo menos como fase inicial de desintoxicação, costuma ser a regra.
Entre as formas de tratamento mais indicadas, estão os programas baseados nos 12 passos (Alcoólicos Anônimos), fundamentados na aceitação da doença, enfrentamento e prevenção a recaída. 
Estudos também indicam que o apoio da família no processo de tratamento do alcoolista contribui com a melhora dos resultados.
Geralmente realizada por alguns dias sob supervisão médica, permite combater os efeitos agudos da retirada do álcool. Dados os altíssimos índices de recaídas, no entanto, o alcoolismo não é doença a ser tratada exclusivamente no âmbito da medicina convencional.
Depois de controlados os sintomas agudos da crise de abstinência, seja por meio de internação ou através de tratamento ambulatorial, os pacientes devem ser encaminhados para programas de reabilitação, cujo objetivo é ajudá-los a viver sem álcool na circulação sangüínea, como os grupos de auto-ajuda ( A.A).
É preciso lembrar que as recaídas são comuns nos pacientes alcoolistas.

CAMPANHA - VÍDEO

quarta-feira, 23 de maio de 2012

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UMA DICA PARA PARAR DE FUMAR!!!


Você é daqueles que apesar de tudo que já foi dito de ruim sobre o tacabo, continua fumando? Aqui vai mais uma dica científica para parar de fumar: exercício. Aliás, não apenas para parar, mas para continuar sem fumar.
Um estudo realizado com 434.190 pessoas, durante 12 anos, revelou que os fumantes ativos que se exercitavam tinham 55% mais chances de parar de fumar do que os inativos. E depois tinham mais fôlego também.
Além disso, os ativos tinham 43% menos chance de ter uma recaída do que os preguiçosos.
E a atividade física, como já fomos bem informados, ajuda em diversos aspectos, incluindo a expectativa de vida. Nesse estudo, foi registrado um aumento de 3,7 anos e uma redução da mortalidade de 23% – e isso entre os ex-fumantes inativos. Entre os ativos, os números passam para 5,6 anos e 43%!
Lembrando que, no estudo, as pessoas consideradas ativas faziam pelo menos 30 minutos de exercícios diários. Hora de se mexer!