domingo, 30 de outubro de 2011

AS DROGAS MAIS PERIGOSA

O álcool é mais perigoso do que drogas como maconha, LSD e ecstasy, de acordo com um estudo publicado na última edição da revista médica especializada The Lancet.
A equipe avaliou o risco de 20 drogas em nove categorias, que foram então combinadas para produzir uma avaliação geral de risco.


As mais perigosas
1. Heroína
2. Cocaína
3. Barbitúricos
4. Metadona ‘de rua’
5. Álcool
6. Quetamina
7. Benzodiazepinas (calmantes)
8. Anfetaminas
9. Tabaco
10. Buprenorfina (derivado do ópio)
O álcool ficou em quinto lugar no novo ranking. A droga mais perigosa, segundo os especialistas, é a heroína, seguida da cocaína e de barbitúricos.


O ecstasy ficou em 18º lugar, enquanto a maconha foi considerada a 11ª droga mais perigosa – atrás do tabaco, que ficou em nono.

domingo, 23 de outubro de 2011

Reunião do Gac - Sexta - 21.10.2011

Vamos compartilhar com você algumas frases mencionadas pelos nossos amigos em nossa reunião do dia 21.10.2011 
- SEMPRE É HORA DE RECOMEÇAR, O TEMPO NÃO É NOSSO, O TEMPO É DE DEUS (JOÃO ALBERTO)
- O QUE EMBREAGA NÃO É O LITRO DE WHISKY E SIM O PRIMEIRO GOLE (LÁZARO)
- NUNCA É TARDE, O IMPORTANTE É PARAR DE BEBER. (ALAN)
- FELIZ DO ALCOÓLATRA QUE PARA DE BEBER TENDO SUA FAMÍLIA AO LADO (AND)
- DEUS NAO DESISTE DE NINGUÉM (GIOVANNI)
Venha participar de nossas reuniões...
- AQUI (NO GAC) NÓS SOMOS MAIORIA (JOÃO ALBERTO)

NINGUÉM É ALCOÓLATRA PORQUE QUER!

Alcoolismo não é um vício, é uma DOENÇA. É preciso que a gente perceba essa sutil diferença.
Vício é uma palavra que traz em si uma série de significações negativas, depreciativas e completamente injustas com pessoas que tiveram a infelicidade de sofrer a doença. Poderia ser diabetes, hipertensão, reumatismo; só que é alcoolismo.
Se o vício, por um lado, recebe um aspecto correto do alcoolismo, que é a compulsão irresistível de beber, por outro estigmatiza o alcoólico como um fraco de caráter. Ora, convenhamos, não é nada disso. Ninguém se torna alcoólico porque quer, torna-se alcoólico simplesmente porque apesar de todos os mais sinceros e comoventes esforços, não consegue deixar de beber.
Poder-se-ia argumentar, então, por que começou a beber? Ora, quem aos 15 anos não começa a tomar seus chopinhos depois da praia, seu cuba-libre nas festinhas, sua caipirinha de vodka ou cachaça, seus vinhozinhos no natal? Se tiver mais grana, quem não tomará seu champanhe na passagem do ano? Seu uísque no baile? Quem iria adivinhar que, anos depois, se tornaria um alcoólico? Deixemos, pois, de ser hipócritas e de sair pichando, estigmatizando os outros por suas dificuldades.
o exemplo está em casa
Se o alcoólico bebe, não é por falta de vergonha na cara. Bebe descontroladamente porque possui uma doença que pode acometer qualquer um: o alcoolismo.
Alíás, falta de vergonha na cara, é sair por aí encontrando explicações fáceis e cômodas para problemas difíceis e incômodos. Qualquer um  pode perfeitamente padecer desta doença – o alcoolismo – e simplesmente não saber.

MUITAS FAMÍLIAS NÃO RESISTEM AO ALCOOLISMO.

a família não resiste ao alcoolismo

DADOS ALCOOLISMO

dados alcoolismo

O Vício do Jogo


Jogadores Patológicos 

A compulsão por jogos é tão grave quanto o vício por entorpecentes. O montante de dinheiro gasto em apostas é alto, mas incalculável. Estimativas indicam que 3 milhões de brasileiros são jogadores compulsivos, 2% da população. 
As crises de abstinência, normalmente acompanhadas de depressão e taquicardia, não são contabilizadas pelos operadores da saúde. O jogo compulsivo passou a ser visto como problema médico e social desde 1995. O diagnóstico está associado à depressão, transtornos de personalidade e dependência de álcool e de drogas.

Muitos desconhecem a doença e que raramente um compulsivo busca apoio psicológico porque a negação é o principal obstáculo para procurar tratamento. 

Os dependentes não enxergam o problema como doença. "Não recorrem às  equipes de saúde mental, fato que dificulta o mapeamento dos casos". A maioria dos que buscam apoio alega ser portadora de depressão.  

Atitudes que denunciam a compulsão:
- Busca contínua de artimanhas que possibilitem a obtenção de dinheiro para custear os jogos.
- Necessidade de apostar quantidades cada vez maiores de recursos.
- Insucessos repetidos para controlar, diminuir ou parar de jogar.
- Inquietação ou irritabilidade quando tenta deixar o vício do jogo.
- Jogar como forma de escapar de problemas.
- Depois de perder dinheiro jogando, volta ao jogo na tentativa de recuperar o que perdeu.
- Mentir para esconder a extensão de seu envolvimento com o jogo.
- Cometer ilícitos para financiar as apostas.
- Colocar em risco ou perder relacionamento, emprego e oportunidades em função do jogo.
- Depender do dinheiro dos outro para pagar dívidas contraídas em jogos.