O GAC é um Ministério cristão que tem como objetivo ajudar pessoas dependentes do álcool e de outras drogas, através da troca de experiências vividas. Acolhe qualquer pessoa, independente da opção religiosa.Tem o propósito de restaurar vidas, e fortalecer a família do dependente. Todas as Sextas das 20 às 22h / Tel. 81 - 9974-5818 TIM / 8535-2607 OI - EMAIL: gac-episcopal@bol.com.br - FACE - http://www.facebook.com/GacGrupoDeApoioCarismatico - Igreja Episcopal do Espinheiro - 81 - 3221-0994
domingo, 30 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
Reunião do Gac - Sexta - 21.10.2011
Vamos compartilhar com você algumas frases mencionadas pelos nossos amigos em nossa reunião do dia 21.10.2011
- SEMPRE É HORA DE RECOMEÇAR, O TEMPO NÃO É NOSSO, O TEMPO É DE DEUS (JOÃO ALBERTO)
- O QUE EMBREAGA NÃO É O LITRO DE WHISKY E SIM O PRIMEIRO GOLE (LÁZARO)
- NUNCA É TARDE, O IMPORTANTE É PARAR DE BEBER. (ALAN)
- FELIZ DO ALCOÓLATRA QUE PARA DE BEBER TENDO SUA FAMÍLIA AO LADO (AND)
- DEUS NAO DESISTE DE NINGUÉM (GIOVANNI)
Venha participar de nossas reuniões...
- AQUI (NO GAC) NÓS SOMOS MAIORIA (JOÃO ALBERTO)
- SEMPRE É HORA DE RECOMEÇAR, O TEMPO NÃO É NOSSO, O TEMPO É DE DEUS (JOÃO ALBERTO)
- O QUE EMBREAGA NÃO É O LITRO DE WHISKY E SIM O PRIMEIRO GOLE (LÁZARO)
- NUNCA É TARDE, O IMPORTANTE É PARAR DE BEBER. (ALAN)
- FELIZ DO ALCOÓLATRA QUE PARA DE BEBER TENDO SUA FAMÍLIA AO LADO (AND)
- DEUS NAO DESISTE DE NINGUÉM (GIOVANNI)
Venha participar de nossas reuniões...
- AQUI (NO GAC) NÓS SOMOS MAIORIA (JOÃO ALBERTO)
NINGUÉM É ALCOÓLATRA PORQUE QUER!
“Alcoolismo não é um vício, é uma DOENÇA. É preciso que a gente perceba essa sutil diferença.
Vício é uma palavra que traz em si uma série de significações negativas, depreciativas e completamente injustas com pessoas que tiveram a infelicidade de sofrer a doença. Poderia ser diabetes, hipertensão, reumatismo; só que é alcoolismo.
Se o vício, por um lado, recebe um aspecto correto do alcoolismo, que é a compulsão irresistível de beber, por outro estigmatiza o alcoólico como um fraco de caráter. Ora, convenhamos, não é nada disso. Ninguém se torna alcoólico porque quer, torna-se alcoólico simplesmente porque apesar de todos os mais sinceros e comoventes esforços, não consegue deixar de beber.
Poder-se-ia argumentar, então, por que começou a beber? Ora, quem aos 15 anos não começa a tomar seus chopinhos depois da praia, seu cuba-libre nas festinhas, sua caipirinha de vodka ou cachaça, seus vinhozinhos no natal? Se tiver mais grana, quem não tomará seu champanhe na passagem do ano? Seu uísque no baile? Quem iria adivinhar que, anos depois, se tornaria um alcoólico? Deixemos, pois, de ser hipócritas e de sair pichando, estigmatizando os outros por suas dificuldades.
Se o alcoólico bebe, não é por falta de vergonha na cara. Bebe descontroladamente porque possui uma doença que pode acometer qualquer um: o alcoolismo.
Alíás, falta de vergonha na cara, é sair por aí encontrando explicações fáceis e cômodas para problemas difíceis e incômodos. Qualquer um pode perfeitamente padecer desta doença – o alcoolismo – e simplesmente não saber.
O Vício do Jogo
Jogadores Patológicos
A compulsão por jogos é tão grave quanto o vício por entorpecentes. O montante de dinheiro gasto em apostas é alto, mas incalculável. Estimativas indicam que 3 milhões de brasileiros são jogadores compulsivos, 2% da população.
A compulsão por jogos é tão grave quanto o vício por entorpecentes. O montante de dinheiro gasto em apostas é alto, mas incalculável. Estimativas indicam que 3 milhões de brasileiros são jogadores compulsivos, 2% da população.
As crises de abstinência, normalmente acompanhadas de depressão e taquicardia, não são contabilizadas pelos operadores da saúde. O jogo compulsivo passou a ser visto como problema médico e social desde 1995. O diagnóstico está associado à depressão, transtornos de personalidade e dependência de álcool e de drogas.
Muitos desconhecem a doença e que raramente um compulsivo busca apoio psicológico porque a negação é o principal obstáculo para procurar tratamento.
Atitudes que denunciam a compulsão:
- Busca contínua de artimanhas que possibilitem a obtenção de dinheiro para custear os jogos.
- Necessidade de apostar quantidades cada vez maiores de recursos.
- Insucessos repetidos para controlar, diminuir ou parar de jogar.
- Inquietação ou irritabilidade quando tenta deixar o vício do jogo.
- Jogar como forma de escapar de problemas.
- Depois de perder dinheiro jogando, volta ao jogo na tentativa de recuperar o que perdeu.
- Mentir para esconder a extensão de seu envolvimento com o jogo.
- Cometer ilícitos para financiar as apostas.
- Colocar em risco ou perder relacionamento, emprego e oportunidades em função do jogo.
- Depender do dinheiro dos outro para pagar dívidas contraídas em jogos.
COMO LIDAR COM UM ALCOÓLATRA
Como convencer um alcoólico a fazer tratamento
Um alcoólico não pode ser forçado a receber ajuda, excepto em circunstâncias muito específicas, que possam colocar a sua vida ou a vida de quem está à sua volta em risco. Convencer uma pessoa alcoólica a fazer tratamento é muito complicado, pois é necessário que esta aceite que tem uma doença e queira ajuda médica especializada.
Como proceder nestas circunstâncias:
* Pare de proteger a pessoa
É natural que tente desculpar o vício da pessoa com os problemas que esta tem, principalmente se for um amigo ou familiar próximo. Evite fazê-lo. É fundamental que ela assuma os seus actos e sinta os verdadeiros efeitos do álcool, para aceitar que precisa de se desintoxicar.
* Converse
Por norma, estas pessoas sofrem episódios constrangedores e perturbadores em locais públicos (ataques de agressividade, por exemplo). Quando já estiver sóbria e num ambiente tranquilo, converse com ela sobre o sucedido, mencionando que está preocupado com o seu problema, e que é importante procurar ajuda. Mencione as situações e os problemas que a bebida tem causado até à data, tal como a última situação.
* Pare de proteger a pessoa
É natural que tente desculpar o vício da pessoa com os problemas que esta tem, principalmente se for um amigo ou familiar próximo. Evite fazê-lo. É fundamental que ela assuma os seus actos e sinta os verdadeiros efeitos do álcool, para aceitar que precisa de se desintoxicar.
* Converse
Por norma, estas pessoas sofrem episódios constrangedores e perturbadores em locais públicos (ataques de agressividade, por exemplo). Quando já estiver sóbria e num ambiente tranquilo, converse com ela sobre o sucedido, mencionando que está preocupado com o seu problema, e que é importante procurar ajuda. Mencione as situações e os problemas que a bebida tem causado até à data, tal como a última situação.
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